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Abril/Maio de 2018 na

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Quando viemos ao mundo, trazemos conosco uma extensa bagagem espiritual. Esta bagagem é resultado de um longo período em que nós, enquanto espíritos imortais, atravessamos a noite dos milênios galgando todo um complexo sistema evolutivo, descrito pela Teosofia como Cadeias de Evolução. Disto resulta nossa individualidade em seu sentido mais profundo. A forma como reagimos às coisas, as diferenças de gênio e personalidade em relação aos nossos pais e irmãos bem como a maneira como devolvemos nossas qualidades e imperfeições ao mundo que nos cerca, todos estes fatores são respostas àquilo que somos enquanto espíritos, numa autêntica manifestação de nossa individualidade.
Contudo, há também um fator que tende a potencializar/limitar nossas qualidades e imperfeições, e que está diretamente ligado ao campo familiar do qual fazemos parte. Isto porque, quando
nascemos, nos vinculamos aos laços de um sistema que possui leis, regras, modos de comportamentos, crenças e uma série de outras características que afetam de maneira ampla e profunda. Desta forma, não herdamos somente os patrimônios genético e material, mas fundamentalmente aquele de ordem comportamental onde cada família possui seu próprio esquema. Este aspecto determina a forma como iremos lidar com a coletividade.
Portanto, os campos da individualidade e da coletividade interferem e determinam nossos gostos, potenciais, mas também limitam ou expandem nossas capacidades no que diz respeito à alcançar a felicidade, saúde, bem-estar, estabelecer relações afetivas duradouras, sermos bem sucedidos profissional ou economicamente e até mesmo atrair determinados tipos de doenças, desventuras ou situações que nos tragam problemas difíceis de serem resolvidos.
Mergulhados neste universo chamado Alma Familiar, acabamos por nos desenvolver sem ter consciência sobre como sua gigantesca força age sobre nós. Apenas experimentamos sensações que muitas vezes nos derrotamamedrontamcongelamdesencorajam e, por conseguinte, nos fazem cometer determinados atos sem perceber, e dos quais terminamos por nos arrepender mais adiante – ou cujas consequências poderão respingar nas pessoas que tanto amamos.
Este campo de energia possui um Plano Essencial que também é um Plano de Amor. Trata-se de um campo criado para alimentar a todos os seus membros pertencentes. Se, porém, algum acontecimento ou ato provocado atentar contra a integridade da Alma Familiar, imediatamente esta inicia, através de um movimento dinâmico, todo um processo de reparação, que funciona, nos mais das vezes como uma enxurrada à arrastar vários de seus membros: a reparação é uma exigência cega da Alma Familiar!
De acordo com a experiência de trabalho, percebemos que a ação de reparação da Alma Familiar influencia diretamente até seis gerações. Depois disto seus efeitos vão enfraquecendo, porém só cessam à partir do momento em que tomamos consciência sobre sua origem e fazemos algo para compensar isto.
Arqueologia Familiar/Arqueologia do Ser tem como objetivo analisar e identificar vários destes aspectos, desde o campo espiritual profundo até o campo de manifestação (onde ocorrem os sintomas, doenças, comportamentos, etc.) que influencia a forma como os membros de uma família interagem uns com os outros, fornecendo providências e subsídios para que a Alma Familiar estabilize bem como cada membro do grupo familiar encontre seu devido e justo lugar, obtendo e dando o reconhecimento de/ou para cada indivíduo com o qual esteja direta ou indiretamente vinculado.
Ao identificar, temos a condição de resolver determinados emaranhamentos que nos vinculam ao sofrimento e que traspassam várias gerações, inclusive aquelas vindouras; resolução que nos coloca numa condição onde poderemos usufruir desta incomensurável fonte de poder à fim de construirmos uma vida próspera e repleta de bons acontecimentos!

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